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12 de junho de 2025

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM "GLORY HOLE"?

Antes de começarmos, quero que me responda a pergunta simples do título.

Agora que já pensou na resposta, eu (Arthur Claro) venho compartilhar com você algumas informações curiosas que encontrei na internet sobre o assunto. Vamos ver o que você acha!

O que é Glory Hole?

Glory Hole (traduzido literalmente como “Buraco da Glória”) consiste em um buraco em uma parede — geralmente presente em banheiros de estabelecimentos voltados ao público adulto — onde pessoas podem interagir sexualmente de forma anônima. Essas interações podem incluir masturbação, sexo oral ou sexo anal, sem que haja contato visual completo entre os envolvidos.

De onde veio essa prática?

Os glory holes estão historicamente associados à cultura gay masculina, com foco em sexo anal e oral. Eles surgiram em um contexto de repressão, quando homens gays eram perseguidos e precisavam de meios discretos para se relacionar sexualmente. Com o tempo, esse tipo de prática passou a ser adotado também por casais heterossexuais e bissexuais, ganhando novas formas de fetiches.

Mais do que um simples buraco

Apesar de sua origem voltada à penetração, o glory hole também pode ser utilizado para práticas de voyeurismo e exibicionismo. Algumas pessoas gostam de se exibir, outras gostam de observar quem está do outro lado. Inclusive, é um fetiche presente entre os chamados cuckolds — casais que curtem ver o(a) parceiro(a) interagindo sexualmente com outra pessoa.

O fetiche e o mistério

O fetiche pelo glory hole envolve a excitação causada pelo mistério: a sensação de anonimato, de não saber quem está do outro lado, de trocar olhares ou até mesmo palavras, mas sem conhecer a identidade da pessoa. Isso atrai muitos curiosos que acabam experimentando esse tipo de interação.

E no Brasil, como funciona?

No Brasil, glory holes podem ser encontrados em casas de swing, saunas e locais voltados à prática sexual liberal. Um exemplo curioso é o “mamódromo”, instalado por um bar gay com filiais em São Paulo e Belo Horizonte, dedicado a esse tipo de experiência. Nesses locais, é possível encontrar desde pessoas casadas até solteiros, héteros, gays, lésbicas, bissexuais e trans.

Atenção à segurança!

Se você pretende experimentar um glory hole, é essencial adotar práticas de higiene e segurança. Utilize preservativo, evite o contato com sêmen e tenha sempre em mente os riscos de ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis). Se for sua primeira vez, vale buscar informações confiáveis na internet ou conversar com pessoas experientes.

Curiosidade para finalizar

Durante a pandemia da Covid-19, autoridades de saúde do Centro de Controle de Doenças da província de British Columbia (Canadá) chegaram a sugerir o uso de glory holes como alternativa mais segura para práticas sexuais, já que evitam o contato direto com o rosto da outra pessoa.

Agora que você já conhece o que é um glory hole, me diga:
Você teria coragem de conhecer um lugar desses? Já participou de algo assim? O que achou deste post?

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5 de maio de 2021

VIVA E DEIXE VIVER A DIVERSIDADE

Para quem não entendeu o título vou deixar aqui a imagem que eu coloquei no papel de parede do meu notebook.


Sou hétero cisgênero, mas isso não impede de eu ter respeito pelos outros, assim como quero respeito, você pode ser o que você quiser desde que seja você e seja feliz. Então saibam que todos vocês tem o meu respeito, beijo para quem é de beijo, abraço para quem é de abraço e um grande carinho desse ser humano que vos fala desde do dia 13 de fevereiro de 2017.

25 de setembro de 2017

CURA GAY


O que é Cura Gay? Segundo o Juiz da 14ª Vara Federal no Distrito Federal, Waldemar Cláudio de Carvalho é um tratamento terapêutico com seres humanos que possuem a característica de amar outro ser humano do mesmo sexo, a terapia promete reverter esta característica e fazer que um ser humano só ame outro ser humano do sexo diferente. A terapia é feita por psicólogos que não correm o risco de serem punidos pelo CFP (Conselho Federal de Psicologia) por praticarem essa terapia. Esta tal terapia vem na contra-mão do que diz a OMS (Organização Mundial da Saúde) que desde 1990 a HOMOSSEXUALIDADE NÃO É UMA DOENÇA, portanto não existe cura e nem medicamento para isto. Em um passado não tão distante um jovem rapaz chamado Alecsander Alves cantava com a sua banda "Abra sua mente/Gay também é gente", então por que será que em pleno ano 2017 temos que curar outros seres humanos por eles amarem outros seres humanos do mesmo sexo?


OBSERVAÇÃO: A citação do Juiz Waldemar Cláudio de Carvalho não foi 100% que transcrevi aqui, porém eu quis colocar de um modo que eu achei interessante e não por ser politicamente correto.

OBSERVAÇÃO 2: O Alecsander Alves é o Dinho da banda Mamonas Assassinas.