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11 de fevereiro de 2026

APARTAMENTO 211: UMA NOITE AMOROSA

Olá, me chamo Arthur Claro, sou o autor deste conto fictício com pitadas de realidade,  convido você (leitor(a)) a ler este simples fato que criei, se acomode aonde te deixe confortável, recomendo se haver masturbação deixe para o final do conto. Recomendo que leia o post "OS PERSONAGENS" para ficar por dentro de quem são os personagens e leia os posts "APARTAMENTO 211", "APARTAMENTO 211: UM SÁBADO CHUVOSO", "APARTAMENTO 211: UMA FESTA DE REPÚBLICA", "APARTAMENTO 211: A VOLTA", "APARTAMENTO 211: NUMA NOITE NA PRAIA", "APARTAMENTO 211: DESEJOS SECRETOS", "APARTAMENTO 211: LÍNGUAS EM AÇÃO". "APARTAMENTO 211: MAIS QUE UM BEIJO", "APARTAMENTO 211: BONS AMIGOS NÃO ABANDONAM", "APARTMENTO 211: UM DOMINGO ATREVIDO", "APARTAMENTO 211: SUBINDO O NÍVEL" e "APARTAMENTO 211: QUANDO BATE O TÉDIO" para saber do que se trata essa continuação.

A Cris estava no apartamento vazio, pois os outros estavam nas suas respectivas aulas, ela não se aguentava de tédio, pois não tinha o que fazer, ninguém para conversar e muito menos alguém para transar, ela recordava a brincadeira que tinha acontecido há duas semanas atrás, então ela pegou o celular mandando uma mensagem no grupo:

“Pessoal, me respondam quando verem… Eu estou aqui no apartamento sozinha e ociosa, pensei que nós podíamos sair para jantar em algum restaurante. Espero a resposta de vocês”.

Em poucos segundos Nathan responde confirmando, logo na sequência Gael também concorda, só faltava a Mariana responder e justamente ela que adora cozinhar, sempre deixava o suspense nas idas aos restaurantes, porém não demorou muito e ela respondeu com um enorme sim que fez todos rirem ao lerem.

Cris continuou sozinha por algumas horas, até que Gael chega no apartamento e lhe dá um beijo de língua fazendo que ela ficasse animada, pois sentia algo naquele gesto, eles ficaram conversando sobre os fatos ocorridos durante o dia, também trocaram alguns beijos entre as conversas, pareciam um casal de namorados, até que chega Mariana toda contente, dá um beijo delicioso em cada um e vai para o banheiro, pois estava morrendo de vontade de fazer xixi.

Enquanto isso Cris e Gael resolveram se vestir, Nathan chegou correndo indo direto para o seu quarto, os quatro amigos estavam ansiosos por esta noite descontraída, no restaurante pediram pratos variados, brindaram a amizade e compartilharam como tinha sido o dia, na hora de pedirem a sobremesa, Cris sugeriu que voltassem para o apartamento e fossem assistir algum filme, todos entenderam a malícia.

Ao retornarem para o apartamento, Nathan e Gael levaram os colchões para a sala, enquanto Cris e Mariana os travesseiros e as cobertas, mas para surpresa de todos, Cris disse que queria se deitar com a Mariana, sobrando os meninos se deitarem juntos, não houve objeções, durante o filme os quatro trocaram beijos, tudo era uma forma de excitação, porém ainda não sabiam como iriam fazer para realizar o desejo.

Quero pedir para que aguardem os próximos contos, vai ter bastante histórias interessantes para vocês acompanharem este apartamento.

3 de junho de 2025

FEITIÇO DE MARINA... DESCOBRINDO SEGREDOS

A tarde caía aos poucos, e eu seguia há horas no escritório. As vozes femininas vinham de longe, da piscina, entre risos, conversas e respingos de água. O som da casa viva contrastava com o silêncio tenso que pairava sobre mim, como se eu estivesse suspenso num tempo paralelo. Foi então que ouvi uma batida leve na porta.

— Está ocupado?

A voz era suave, conhecida, mas ainda assim me atingia como um tremor silencioso. Era Marina. Entrou sem esperar resposta, os cabelos ainda úmidos da piscina, um roupão branco levemente entreaberto, os pés descalços. Sentou-se na poltrona do canto, sem cerimônia, como se aquele fosse seu lugar por direito.

— Está escrevendo de novo? — perguntou, com um sorriso inclinado entre a inocência e a provocação.

Eu desviei o olhar da tela em branco e a encarei. Ela percebeu o tempo prolongado do meu olhar, sabia que me afetava.

— Estou tentando — respondi. — Mas as palavras me escapam. Um bloqueio, talvez.

— Talvez esteja precisando de... inspiração.

Ela disse com naturalidade perigosa, os dedos brincando com o cordão do roupão, distraída — ou fingindo estar. Seu olhar não vacilava, eu limpei a garganta, numa tentativa frustrada de recuperar a lucidez.

— Achei que estivesse se divertindo com Clara e Adriana.

— Clara subiu pra tomar banho. Adriana quis ficar na piscina. E eu... quis conversar com você.

Fez uma pausa. Levantou-se devagar, andando até a estante, passando os dedos pelos livros como se cada um carregasse um segredo. Tocou os títulos sem lê-los, até virar-se de novo, os olhos presos aos meus.

— Gosto daqui — sussurrou. — Do jeito que você me olha quando acha que não estou vendo.

Fiquei em silêncio. O ar estava carregado. E então, com um sorriso contido, ela completou:

— Talvez você devesse escrever sobre isso. Sobre alguém que tenta resistir, mas já não consegue.

E saiu. Tão suavemente quanto entrou. Deixou o perfume, o silêncio, e a certeza de que o jogo seguia.

Na prateleira, um brilho — ou o que minha mente atribuiu como tal. Um reflexo na lombada dourada de um livro em particular. "Lolita", de Nabokov. O nome pulsava como uma ironia. Hesitei por um instante, o cheiro de Marina ainda pairando no ar. Fechei o laptop, que seguia com uma folha em branco. Abri a escrivaninha.

Na gaveta, o segredo: a calcinha vermelha. Ainda ali. Dobrada como um pacto silencioso. Toquei o tecido com reverência, sentindo a memória viva da noite anterior, o cheiro, a pele, os sussurros. Levei-a ao rosto — instinto puro. O perfume era uma assinatura. Doce, íntimo, quente.

Fechei os olhos. Lembrei das coxas, do toque, do modo como ela dizia meu nome, não com pressa, mas com intenção, estava em transe. Mas um som me arrancou dali: uma gargalhada, vinda da piscina. Era Adriana. Em seguida, Marina. E então, Clara. Um trio de vozes que deveria soar familiar, mas agora parecia estranho, deslocado.

Guardei a calcinha com o mesmo cuidado de quem esconde um tesouro. Respirei fundo, fui ao banheiro,  lavei o rosto com água fria, como um gesto simbólico de retorno à razão.

Segui até a varanda da sala, com passos contidos. Ao me aproximar da piscina, as vozes abaixaram, um riso contido, depois um sussurro abafado. Inclinei levemente o corpo. Vi as três ali, mas o que me congelou foi o instante seguinte.

Adriana estava com uma das mãos no rosto de Marina, os rostos quase colados. Houve um beijo, lento e profundo, um gesto íntimo, delicado, mas repleto de significado, não era novidade, havia cumplicidade, hábito, a forma como se tocavam, o silêncio entre elas, dizia mais do que o gesto em si.

Clara estava ali também. sentada à beira da piscina, sorrindo, como quem já conhecia aquele segredo e o guardava como parte de algo maior, recuo um passo, o coração acelerado — mais pela revelação do que pelo ciúme. Adriana. minha esposa, tantos anos de casamento, mas havia ali algo que me escapava, algo que nunca me foi revelado, algo que eu nunca perguntei.

Voltei para o escritório, sentei-me, o corpo em alerta, a mente em conflito, Marina havia me envolvido num jogo, mas agora percebia: não era só eu. Não era só ela. Não era só desejo, havia mais camadas, e eu estava mergulhado nelas, sem saber onde era o fundo.

Encostei-me na cadeira. O sol agora se escondia por trás do muro. A casa, que sempre me foi refúgio, agora era território desconhecido. E eu... uma peça num tabuleiro que não sabia mais quem comandava, fechei os olhos por um segundo. O silêncio voltou. Mas agora, diferente. Não era paz. Era o prenúncio de algo que estava prestes a começar.

29 de abril de 2025

FEITIÇO DE MARINA... CONTINUANDO

O sol entrava pela fresta da janela do meu quarto, a casa estava quieta. Adriana dormia ao meu lado, Clara e Marina dividiam o quarto de Clara.

Levantei-me em silêncio e fui até a cozinha para passar um café. Um turbilhão ainda morava dentro de mim desde a noite anterior, tentei não pensar na calcinha presenteada por Marina, em vão, foi quando ouvi passos suaves, descalços, aproximando-se.

Adriana surgiu na cozinha, silenciosa. Usava uma camisola clara, quase transparente contra a luz da manhã, os cabelos soltos, a pele ainda quente do edredom, havia algo diferente nela: um perfume novo, uma presença desperta, ela se aproximou pelas minhas costas, me abraçou pela cintura e repousou o rosto no meu ombro.

— Tá acordado faz tempo? — perguntou num sussurro.

Assenti. Senti seus lábios tocarem meu ombro nu, num gesto esquecido, resgatado como quem busca algo que não quer perder.

— Você tá cheiroso... — murmurou, com as mãos descendo pela minha cintura devagar.

Virei-me para encará-la, o desejo nos olhos dela era real, um desejo que eu não via há muito tempo, e meu corpo respondeu como um instinto antigo, ainda vivo. Ela sorriu, percebendo, sem pressa, ergueu a camisola, revelando os seios com uma delicadeza tímida, mas cheia de intenção.

— Senti sua falta ontem — disse, olhos fixos nos meus. — Você ficou no escritório por horas e eu... fiquei sozinha na nossa cama.

Ela encostou o corpo no meu, quente e familiar, minhas mãos encontraram suas curvas conhecidas, mas que agora pareciam redescobertas, o desejo era verdadeiro, pulsava, mas antes que pudesse florescer, um som agudo nos interrompeu: a chaleira no fogão, esquecida, apitava como uma sirene irritante.

Adriana riu de leve, tentando manter o clima, mas algo nela mudou, um pequeno desânimo atravessou seus olhos, como uma lembrança amarga da distância que o tempo construiu entre nós.

— Sempre tem alguma coisa... — murmurou, soltando a camisola sobre os seios e se afastando.

Pegou uma caneca no armário, com movimentos calmos, resignados, fiquei parado, o corpo ainda quente, o sangue pulsando, mas sentindo o mesmo esfriamento silencioso que ela também sentia, o vazio entre nós parecia ter voltado para lembrar que o que tentávamos ressuscitar era algo antigo e frágil demais.

Então, o som da porta de correr se abrindo cortou o silêncio da cozinha.

— Olá... alguém acordado...? — a voz doce e arrastada ecoou.

Era Marina que atravessava a sala com passos leves, quase dançando, usava a mesma camisola da noite anterior, o tecido colado à pele nua, os cabelos bagunçados, o sorriso preguiçoso.

Eu a observei tempo demais para alguém que deveria não observar, o desenho dos quadris, a delicadeza das curvas sob o tecido fino — tudo nela parecia ter sido desenhado para provocar.

Marina notou meu olhar. Virou o rosto lentamente e prendeu meus olhos nos dela, num gesto que não tinha inocência alguma.

— Bom dia — disse ela, com um sorriso que era íntimo, cúmplice.

— Bom dia.

Sem pressa, Marina caminhou até a varanda, a camisola esvoaçava leve, revelando flashes da coxa, das costas, das curvas jovens e tentadoras, mesmo com Adriana ali, poucos metros de distância, meu corpo reagia sozinho, lembrando, querendo. A calcinha vermelha ainda repousava, dobrada, na gaveta do escritório e Marina... sabia. Sabia muito bem.

Deixei a xícara esquecida na pia e fui, quase no automático, para o escritório, aquele era meu refúgio, meu esconderijo — e agora, meu campo minado.

Girei a maçaneta com cuidado, lá dentro, o ar ainda carregava o perfume da noite anterior, abri a gaveta inferior da escrivaninha. Lá estava ela: a pequena peça de renda vermelha, dobrada com a delicadeza de quem sabe que deixou ali um convite silencioso.

Toquei-a como quem toca fogo, aproximei-a do rosto, o perfume doce, o calor íntimo de Marina, o cheiro quente de juventude e desejo... Fechei os olhos, perdido. O som de passos leves no corredor me trouxe de volta, fechei a gaveta apressadamente, como se escondesse uma arma de fogo.

Do lado de fora, o sol se espalhava com mais força, Marina passou pela porta, agora usando um biquíni azul-marinho, simples e provocante ao mesmo tempo, o top marcava a silhueta delicada, a parte de baixo moldava-se às curvas firmes do quadril e das coxas, seu cabelo caía solto sobre os ombros, o sorriso era leve, sem esforço, e ela sabia o que estava fazendo — talvez até mais do que eu queria admitir.

Atrás dela, Clara surgiu, usando um biquíni vermelho, de cortes ousados, corpo de mulher jovem, riso espontâneo, ela parecia tão natural, tão livre, tão viva.
O tempo, de repente, tinha passado num estalar de dedos, minha filha era uma mulher, e sua melhor amiga... Bem, sua melhor amiga estava virando meu veneno.

— Bom dia, pai! — Clara disse, sorrindo.

— Bom dia, filha. Vocês vão pra piscina?

— A Marina me convenceu que o sol está nos convidando — respondeu, rindo.

— Aproveitem.

As duas saíram, leves como o vento, o som de suas risadas ecoava pelo apartamento, eu fiquei ali, parado, entre a culpa e o desejo, entre o que era certo e o que se tornava irresistível.

De repente ouvi os passos de Adriana caminhando com leveza, espiei pela fresta da porta entreaberta do escritório e a vi cruzar a sala vestindo um maiô escuro, elegante, com um pano amarrado à cintura, os cabelos presos de qualquer jeito e os óculos de sol escondendo o olhar, ela sorriu, ainda que de forma breve, antes de seguir em direção à piscina, onde as vozes das meninas já enchiam o ar com leveza, por um momento, tudo pareceu normal, uma manhã de sol na piscina, risadas e família. 

Mas dentro do escritório, o clima era outro e eu também já não era o mesmo de ontem. Nem o mesmo marido, nem apenas o pai de uma jovem garotinha que trouxe uma amiguinha para passar o dia na piscina, então voltei a me sentar, o cursor piscando na tela em branco, tentei escrever algo, pelo menos um parágrafo, quem sabe até uma linha, mas tudo que me vinha era o som da risada de Marina atravessando a casa, a sua calcinha vermelha escondida na gaveta e até o seu perfume de jasmim.

Meu olhar se perdeu novamente na direção da varanda, onde o sol brilhava e no fundo, eu sabia:

Algumas histórias...

... ainda estavam longe de terminar.

28 de abril de 2025

FEITIÇO DE MARINA

Me chamo Edgar, tenho 45 anos, sou casado há 27 anos com Adriana e juntos temos uma filha, a Clara, que é o meu orgulho. Também tenho uma tendência irritante de observar o mundo, pois sou escritor, o que quer dizer que passo boa parte do meu tempo escutando conversas alheias, lendo o que está escrito nas entrelinhas do cotidiano. Sempre escondido no meu mundo particular na busca de inspirações, me escondo em meu escritório para escrever, pois lá é onde a paz reina e eu deixo fluir a criatividade. O que venho contar foi algo que me aconteceu de uma forma muito inesperada.

Marina, uma jovem de 23 anos que possui olhos que enxergam mais do que deviam, possui um tipo de beleza que não pede licença, invade e arrasta olhares. Ela é amiga da minha filha há anos, frequenta a minha casa desde pequena, mas agora estava uma mulher. Eu não me lembro quando foi exatamente que parei de olhar para ela como somente a amiga da minha filha e passei a vê-la como uma mulher atraente, talvez tenha sido na noite do ocorrido.

Na varanda do apartamento, eu via Clara e Marina conversando alegremente, risos leves e bem descontraídos. Marina sempre foi uma menina bonita, mas agora, aos 23 anos, possuía um corpo modelado, por genética e também por algumas horinhas na academia. Ela possuía um par de seios médios perfeitamente proporcionais ao corpo delicado, curvilíneo e juvenil. Ela possuía uma cintura fina, pernas alongadas que pareciam não terminar nunca. Não é exagero dizer que ela é linda. Ela estava usando um vestido branco e leve que marcava os quadris, e o tecido dançava com a brisa noturna que entrava pela varanda. Eu observava as meninas felizes; pareciam estar combinando algo para aquele fim de semana. Foi quando os olhos castanhos de Marina se viraram para onde eu estava. Nossos olhos se cruzaram, ela sorriu — não um sorriso qualquer, havia algo ali, e na hora eu não tinha percebido, mas ela já tinha lançado seu feitiço.

Foi quando um vento veio, quase com malícia, e levantou a barra do vestido de Marina. Um segundo, talvez dois, foi o tempo que me permitiu ver uma calcinha vermelha, rendada, moldada perfeitamente à curva do seu quadril. O meu olhar foi automático, rápido e involuntário, juro, mas o bastante para que meu coração perdesse o compasso. Me virei, disfarçando, mas aquela imagem já tinha sido registrada em minha mente como uma foto.

Minha doce amada Adriana, uma mulher incrível, com quem tenho amor e respeito, porém a paixão virou somente um carinho; o desejo silenciosamente se tornou uma rotina. O tempo fez dela somente a minha companheira de quarto. Ela já dormia quando aconteceu o baile traiçoeiro do vento com o vestido branco de Marina. Vejo isso como um momento de sorte, pois só a minha querida Clara nem percebeu o movimento, pelo menos é o que eu senti quando os meus olhos fotografavam aquele momento. Eu, sem me despedir das garotas, vou para o meu escritório, mais por hábito do que por inspiração. Me encontrava com um bloqueio criativo. As horas se passaram, o apartamento ficou silencioso, calmo como só se via tarde da noite. A luz amarelada do abajur sobre a minha escrivaninha desenhava sombras suaves nas estantes dos meus livros. Eu, ali sentado na frente do notebook, via a tela ainda em branco; parecia dançar como o vestido de Marina. A imagem daquela pequena peça vermelha e rendada voltava aos meus olhos, como isto me marcou igualmente à calcinha que marcava aquele quadril juvenil, abraçando as curvas com uma delicadeza e descompassando o meu coração senil. Eu juro, não olhei com perversidade.

Eu estava distraído com os meus pensamentos, porém ouvi passos leves de pés descalços tocando o chão do corredor, se aproximando do escritório. Era Marina. Levantei os olhos da tela que ainda permanecia branca, lá estava ela, escorada na porta, os cabelos castanhos escuros agora soltos, uma camisola comprida que cobria sua calcinha, peitos livres do aprisionamento do sutiã. Ela estava mais provocante sob aquela penumbra. Não me dizia nada, somente sorria, me lançando seu olhar — um olhar enfeitiçador — dando continuidade àquele que trocamos mais cedo. Ela tinha uma respiração calma, como se tivesse o plano feito anteriormente, agora era somente executar.

– Posso? – perguntou, como se precisasse mesmo da minha permissão.

Assenti com um gesto, ela entrou, fechando a porta atrás das costas sem tirar os olhos dos meus. Fiquei em silêncio, observando cada etapa dela. Ela não dizia nada, apenas se aproximou devagar, com passos suaves, lentos, quase coreografados para evitar fazer barulhos. Parou diante de mim, tão perto que pude sentir o perfume que usava, era um toque de jasmim que exalava daquela flor.

E então, num gesto inesperado, com uma ousadia de quem já planejava há tempos, ela puxou a barra da camisola com naturalidade. Antes que eu pudesse reagir, ela tirou aquela bela peça vermelha que cobria seu belo sexo, deslizando pelas pernas, fazendo com que eu acompanhasse com os olhos o sedutor percurso. Quando chegou ao final, jogou-a em mim. Veio sobre o meu peito de forma leve e macia, porém carregada de um feitiço. Marina me olhou com um olhar e sorriso maliciosos. Eu não consegui responder, fiquei só observando aquela mulher na minha frente, usando somente uma camisola.

Quando menos eu esperava, Marina se inclinou lentamente e então senti seus lábios tocarem o meu ouvido, um beijo suave, quase imperceptível, mas algo reagiu em mim, meu pau endureceu, eu fechei os olhos sentindo o arrepio no meu pescoço por puro instinto. Ela então se afastou, dando dois passos lentos e sentou-se na beirada da escrivaninha. Eu observava em silêncio, ela se movimentava de uma forma despretensiosa. Ela então puxou um pouco a camisola para cima, revelando um pouco mais da coxa, a pele dela brilhava sob a luz do abajur. Eu me sentia hipnotizado com a ousadia. Então foi que Marina me questionou:

– Você sempre escreve sobre os outros, que quase sempre nem existem, por que você não escreve sobre alguém que realmente está aqui na sua frente?

Eu estava enfeitiçado com a voz doce dela, seu questionamento me lançava uma canção das sereias que atraíam os marinheiros. Eu via mais do que deveria, ou mais do que tentava evitar ver. Marina me lança um olhar sem esconder suas intenções.

– Ed... – disse, quase num sussurro. – Você estava me olhando bem na hora que o vento me traiu e deixou que eu te revelasse a minha calcinha, por isso eu preferi entregar ela para que você a guardasse como recordação.

Meu silêncio foi a resposta suficiente para ela continuar.

– O que você acha do meu corpo?

O ar ficou pesado, havia uma linha tênue que, caso eu cruzasse, não haveria mais volta. Meus pensamentos me confundiam. Eu precisava ser cuidadoso e respeitoso, mas eu era a presa e não o predador. Soltei o ar e então respondi:

– Marina, você sabe que é linda. Com certeza milhares de garotos da sua idade te acham atraente.

Ela se endireitou sorrindo, puxou mais a camisola para cima, expondo agora os seios, belos seios medianos que são perfeitamente proporcionais ao seu corpo. Não é exagero dizer que tem a sua beleza. Marina continua me questionando.

– Mas o que você vê? Quando olha pra mim... quando pensa em mim... o que realmente vê?

Levanto os olhos para os dela e respondo calmamente:

– Vejo curvas que você sabe exatamente como usá-las. Vejo beleza que não é só de aparência. E vejo um perigo que eu não sei se quero evitar.

Com essa resposta, ela morde o lábio superior, como se saboreasse a resposta, me encarando como se estivesse decidindo como continuar o seu plano. Depois de alguns segundos, ela desce da escrivaninha e me beija, um beijo cheio de desejo acumulado, como se estivesse confirmando tudo que eu tinha dito, quebrando a minha resistência. As mãos foram parar na cintura dela, o corpo dela estava quente. Eu a puxava para mais perto. Com uma naturalidade, ela acomodou-se em meu colo. Nem senti mais a barreira entre a xana dela e a minha coxa, muito menos o segredo que não conseguia mais esconder. Então ela saiu do meu colo e, em silêncio, saiu do meu escritório, me deixando o perfume de jasmim no corpo e a calcinha vermelha rendada sobre a mesa.

Eu olhava para a calcinha sobre a mesa, a minha mente dizia para não tocar, mas eu já tinha cruzado a linha tênue que outrora pensava em não ultrapassar. Peguei a calcinha, aproximei-a do meu rosto. Então as memórias e a lembrança de algo vivido há poucos segundos atrás, o cheiro do perfume de jasmim misturado com o calor do meio das pernas de Marina, era excitante, quase viciante. Senti algo novamente despertar em mim, algo primal, quase esquecido, um desejo antigo, quase juvenil em sua essência.

Fechei os olhos por um instante, tentando buscar na razão um pouco da sanidade que parecia ter escapado pela porta junto com Marina. Mas, no fundo, algo em mim desejava que ela voltasse... ou que aquele jogo apenas estivesse começando e eu sabia... Ainda não era o fim. Era apenas o começo.

18 de março de 2025

DEPOIS DO SUSTO

Olá, me chamo Arthur Claro, sou o autor deste conto fictício com pitadas de realidade, convido você (leitor(a)) a ler este simples fato que criei, se acomode aonde te deixe confortável, recomendo se haver masturbação deixe para o final do conto. Este conto é continuação do "UMA AVENTURA NO ELEVADOR".

Os anos se passaram desde que comecei a explorar meus desejos mais íntimos, e com o tempo, fui descobrindo novas formas de prazer e companhias inusitadas, uma dessas novas experiências veio com a Sônia, uma mulher mais velha que eu conheci em um evento de trabalho. Sônia tinha 42 anos, cabelos castanhos curtos, sempre bem arrumados, e um ar de confiança que exalava em cada gesto, sua presença me fascinava de uma maneira que eu não tinha sentido com ninguém antes. Desde que começamos a conversar, percebi que havia algo mais entre nós, não era só uma algo casual, era um desejo não verbalizado que pairava sobre cada interação, ela me atraía de uma forma diferente dos homens com quem eu já havia me envolvido no passado, quando Sônia finalmente sugeriu sairmos para um encontro, aceitei sem hesitar.

Naquela noite, nos encontramos em um restaurante elegante, longe dos olhares curiosos de conhecidos, Sônia estava deslumbrante em um vestido vermelho vinho, justo, que destacava suas curvas maduras de seu corpo bem cuidado, nos pés, havia um charmoso par de scarpins pretos que completava o visual, e eu não conseguia desviar os olhos dela. Eu, por outro lado, havia escolhido um vestido de seda azul marinho, curto e fluido, com uma jaqueta leve por cima, contrastando com o estilo sofisticado dela, a noite começou com conversas e provocações, até que, sem surpresa, ela sugeriu algo mais ousado.
“Tenho algo que você vai gostar. O que acha de irmos para a minha casa e explorarmos um pouco mais do que conversamos antes?” Ela sorriu, mordendo os lábios e os olhos brilhando de expectativa.

Eu sabia o que ela queria dizer, nos últimos encontros, havíamos discutido sobre diferentes formas de prazer, e a ideia de usar um cintaralho havia surgido, entre risos e provocações, como uma brincadeira que logo se tornaria real e naquela noite, estávamos prestes a transformar todas aquelas conversas em ação, chegamos à casa de Sônia, um lugar elegante, mas acolhedor, com toques pessoais em cada canto, as paredes eram decoradas com quadros de arte moderna, e o aroma suave de velas perfumadas preenchia o ambiente. Ela me guiou até o quarto, onde havia uma cama king size com lençóis de seda nos aguardava,  Sônia era direta, segura de si. "Eu vou pegar o que precisamos," disse ela, com um sorriso sedutor, enquanto caminhava até o armário, voltei a observar seu corpo maduro enquanto ela se movia, e o desejo dentro de mim só crescia. Nisso  ela tirou do armário um cintaralho preto, feito de couro e silicone, com uma estrutura robusta e segura, era elegante, assim como tudo que parecia ser relacionado a ela, meus olhos brilharam quando ela colocou a peça com confiança, ajustando as tiras ao redor de suas belas coxas, a visão dela vestindo o acessório me deixou ainda mais excitada e eu já imaginava o que viria a seguir.

"Pronta?" Ela perguntou, com a voz baixa e sedutora.

Assenti, sentindo meu corpo se preparando para o que viria, tirei o vestido lentamente, ficando apenas com minha lingerie de renda preta, Sônia se aproximou de mim, suas mãos firmes, mas gentis, explorando cada centímetro da minha pele, enquanto ela me deitava na cama, posicionando-se entre minhas pernas, o primeiro toque do cintaralho em mim foi uma mistura de excitação com curiosidade, eu estava completamente entregue, pronta para explorar aquilo, Sônia começou devagar, deslizando o objeto contra o meu corpo, me provocando, até que finalmente, com um movimento suave, ela tirou a minha calcinha e começou a me penetrar, o ritmo era lento, controlado, e o prazer começou a subir em ondas, ela tinha uma habilidade que só a experiência traz, ela sabia exatamente como mexer o corpo, como controlar o ritmo e como me fazer sentir completamente dominada por ela, os nossos gemidos se misturavam, quando o prazer começou a se intensificar, e meu corpo se entregou completamente ao ritmo, algo inesperado aconteceu, ouvimos o som da porta da frente sendo aberta e passos apressados pelo corredor.
"Mãe, você está em casa?" Uma voz masculina ecoou pelo apartamento.

Meu coração parou por um momento, e Sônia olhou para mim com um choque estampado no rosto. "Meu filho," ela sussurrou, seus olhos arregalados. "Ele não deveria estar aqui."
Antes que pudéssemos reagir, a porta do quarto se abriu, e lá estava ele, parado no batente, ele tinha cerca de 20 e poucos anos, tinha os olhos arregalados, claramente em choque ao ver aquela cena diante dele, eu, nua e ofegante, com a sua mãe entre minhas pernas, ainda vestindo um cintaralho. O silêncio que se seguiu foi insuportável, nenhuma de nós conseguia se mover ou falar, o rosto dele passou de confuso para envergonhado, e ele rapidamente virou o rosto, gaguejando algo inaudível antes de fechar a porta com um estrondo e sair do apartamento tão rápido quanto entrou.
O choque do flagra ainda pairava no ar, e eu mal conseguia processar o que havia acabado de acontecer, o meu corpo tremia, não só pelo orgasmo interrompido, mas pela súbita adrenalina, Sônia, depois de alguns segundos, suspirou pesadamente e se levantou, tirando o cintaralho com uma expressão frustrada, mas também contendo uma risada.

"Bem, isso foi tão... inesperado," ela disse, sentando-se ao meu lado na cama, ainda sem acreditar no que tinha acabado de acontecer. Eu comecei a rir nervosamente, sem saber o que mais fazer. "Isso definitivamente não estava nos planos."
Ela balançou a cabeça, ainda sorrindo, enquanto acariciava minha perna suavemente. "Vamos deixar isso de lado por um momento, ele não vai voltar tão cedo, tenho certeza."
O desconforto do flagra ainda estava presente, mas a conexão entre nós permanecia, Sônia se inclinou e me beijou com intensidade, como se estivesse tentando apagar o momento anterior, o desejo ainda estava lá, pulsando em nós duas, mesmo depois da interrupção.

"Agora, onde estávamos?" Ela sussurrou, de volta ao controle, retomando o ritmo da noite, enquanto eu me entregava novamente, certa de que aquele flagra seria apenas mais uma lembrança inusitada em nossa história, ela me beijou com uma intensidade que dissipou o desconforto do flagra em segundos, seu toque me fez esquecer o momento constrangedor e logo estávamos de volta novamente com desejo, sua mão deslizou por minhas costas, me puxando mais para perto, como se o que havia acontecido antes só tivesse aumentado o tesão entre nós.
"Você ainda está comigo?" Ela perguntou, os olhos brilhando com uma excitação.
"Completamente," respondi, meu corpo ainda quente, pronto para continuar de onde havíamos parado.

Sônia se levantou por um instante, desfazendo o restante das suas roupas, expondo seu corpo maduro e sensual, ela não tinha pressa; seus movimentos eram deliberadamente lentos, como se quisesse prolongar cada segundo daquele momento, quando finalmente estava completamente nua, ela voltou a subir na cama, agora mais determinada a recuperar o tempo perdido.
"Eu vou fazer você esquecer tudo o que acabou de acontecer," prometeu, enquanto ajustava o corpo sobre o meu, em seguida, pegou o cintaralho novamente, mas desta vez sem a pressa de antes, aproveitando cada provocação, ela posicionou-se entre minhas pernas mais uma vez, com o mesmo cuidado e destreza que havia demonstrado antes, retomando os movimentos de forma lenta e provocativa, aquela sensação era incrivelmente intensa e meu corpo reagia instantaneamente, como se estivesse implorando para que não fosse interrompido novamente. Sônia conhecia bem o próprio corpo e o meu, seus movimentos eram calculados, criando um ritmo que me levava de volta ao pico do prazer, ela não estava preocupada em apressar o processo; parecia disposta a aproveitar cada gemido, cada suspiro que escapava dos meus lábios, as minhas mãos deslizavam pelas suas costas, sentindo a suavidade de sua pele e os músculos que se contraíam levemente a cada impulso, ela me olhava nos olhos, seus gemidos baixos sincronizados com os meus.

Enquanto Sônia acelerava os movimentos, o calor no meu corpo crescia, se acumulando no centro de mim, e logo estávamos ambas perdidas no prazer que nos consumia, a intensidade de seu corpo contra o meu, o cintaralho criando sensações profundas e diferentes, tudo se combinava para me levar ao limite.
"Quero que você goze pra mim" Sônia sussurrou em meu ouvido, a voz rouca de excitação, suas palavras, junto com a maneira como seu corpo dominava o meu, foram suficientes para me levar ao orgasmo, que logo veio e foi uma explosão de sensações, meu corpo inteiro se arqueou contra o dela, e eu gemi alto, sem me preocupar com mais nada, Sônia continuou seus movimentos, prolongando meu prazer até que finalmente eu desabei, completamente exausta, ela sorriu enquanto me observava recuperar o fôlego, com um olhar que misturava ternura e satisfação. "Eu disse que você esqueceria tudo e ainda teria um orgasmo inesquecível."
Eu ri, ainda ofegante. "Acho que você esta certa."

Sônia deitou-se ao meu lado, passando os dedos pelos meus cabelos, enquanto a respiração de ambas voltava ao normal, ficamos em silêncio por alguns minutos, apenas curtindo a companhia uma da outra, a noite, que começara de maneira tão inusitada, havia terminado com uma intensidade que eu não poderia ter previsto.
"Seu filho vai voltar?" perguntei, mais por brincadeira do que por preocupação real.
Ela riu, um riso leve e despreocupado. "Não tão cedo, capaz da próxima vez ele aprender a bater na porta."
"Melhor assim," murmurei, me aconchegando em seus braços, enquanto ela acariciava minha pele suavemente, e em poucos minutos, me peguei adormecendo ao lado dela, satisfeita e tranquila.

Quero agradecer a leitura, espero que este conto tenha proporcionado tesão e que tenha deixado com vontade de retornar a ler mais contos escritos por eu. Beijos e abraços, até a próxima

17 de março de 2025

EU VOLTEI...

... AGORA PRA FICAR

Depois de uma pausa, o blog Seminudez está de volta e com ainda mais vontade de falar sobre sexo de uma forma mais tranquila sem ser didático porém com responsabilidade e educação, também com vontade de compartilhar imagens sensuais, curiosidades e contos eróticos. Sentiram saudades? Eu (Arthur Claro) senti, pois fiquei esse tempo de férias procurando ter ideias de posts novos e interessantes tanto para este blog como para o meu outro blog Arthur Claro = porém ≠. Eu espero que vocês continuem me visitando aqui para ver sempre o que eu compartilho com vocês e também quero que vocês compartilhem comigo o que vocês estão achando dos posts, pode ser critícas boas ou ruins, desde que sejam feitas com educação e respeito. Os posts novos serão bem interessantes, mas podem não agradar à todos, mas caso não forem de agrado de geral, eu tiro a ideia destas novidades e deixo como estava antes, mas vamos ver, hoje é só um recadinho de retorno e então não criem muita expectativas, mas fiquem atentos para os posts e claro, queremos saber o que você quer ver aqui. Comente, compartilhe suas dúvidas e participe dessa conversa sem censura.

3 de dezembro de 2024

UMA AVENTURA NO ELEVADOR

Olá, me chamo Arthur Claro, sou o autor deste conto fictício com pitadas de realidade, convido você (leitor(a)) a ler este simples fato que criei, se acomode aonde te deixe confortável, recomendo se haver masturbação deixe para o final do conto. Este conto é continuação do "DESEJOS OCULTOS".

Depois das descobertas e aventuras recentes, eu comecei a perceber que o prazer não precisava acontecer apenas em momentos planejados e na intimidade do meu quarto. Uma certa inquietude havia tomado conta de mim, e eu comecei a buscar novas maneiras de explorar meus desejos em situações inesperadas, os meus pensamentos estavam sempre um passo à frente, imaginando o que poderia acontecer no próximo momento e em qual situação eu me permitiria algo novo.

Foi em uma tarde que começou como qualquer outra, um dia de trabalho comum, que as coisas tomaram um rumo completamente inusitado, eu tinha saído para almoçar mais tarde que o normal e o prédio estava praticamente vazio quando voltei. Havia um silêncio quase absoluto nos corredores, enquanto eu esperava o elevador, com meu vibrador na bolsa – sim, eu havia me acostumado a andar com ele para qualquer eventualidade, algo dentro de mim me dizia que aquele momento de solidão poderia ser a oportunidade perfeita para algo mais ousado e novo.

Entrei no elevador e apertei o botão do meu andar, sabendo que provavelmente não haveria ninguém por perto, estava sozinha, com o som suave das portas se fechando e minha mente já começou a fantasiar, um impulso tomou conta de mim. O vibrador, pequeno e discreto, estava ali, na minha bolsa, só esperando para ser usado e antes que eu pudesse pensar demais, tirei-o e liguei-o, sentindo aquele zumbido na palma da minha mão, já abri um sorriso safado.

Era algo tão que me fez sorrir, ali no elevador vazio, onde qualquer um poderia entrar a qualquer momento, eu decidi me render ao momento, levantei levemente minha saia, sentindo a antecipação fazer meu coração acelerar, coloquei o vibrador contra minha calcinha, pressionando-o contra meu clitóris por cima do tecido, a vibração suave percorreu meu corpo de imediato, me fazendo gemer baixinho.

As portas do elevador se fecharam, e o tempo parecia desacelerar, eu sabia que tinha apenas alguns segundos até o próximo andar, mas o risco, a possibilidade de ser interrompida a qualquer instante, era o que tornava aquilo tão excitante, fechei os olhos por um momento, concentrando-me na sensação da vibração contra mim, aumentando a intensidade aos poucos.

Quando o elevador parou em um andar intermediário, meu coração disparou, o vibrador ainda estava ligado, pressionado contra mim, e o som das portas se abrindo ecoou no espaço, senti meu corpo ficar rígido de tensão e excitação ao mesmo tempo, um homem, que eu reconheci vagamente como sendo um dos advogados de outro escritório no prédio, entrou no elevador, ele parecia distraído, olhando para o celular, sem notar nada de diferente.

Eu estava ali, com o vibrador me estimulando, as pernas ligeiramente juntas para disfarçar qualquer movimento, o elevador começou a subir novamente, e o barulho das vibrações, que antes parecia tão alto em meus ouvidos, agora parecia engolido pelo som das máquinas do elevador e pelo silêncio entre nós, a cada andar que passava, eu sentia as ondas de prazer crescerem dentro de mim, eu não podia me mexer muito, mas aquela situação do risco de ser pega, a tensão de ter alguém tão perto, sem que ele fizesse ideia do que estava acontecendo, fez tudo ficar ainda mais intenso, os meus dedos estavam suando em torno do vibrador, que eu pressionava contra mim com cuidado para que o homem ao meu lado não percebesse. Cada segundo parecia durar uma eternidade. Eu sabia que estava à beira de algo grande, meu corpo estava em chamas, mas eu me controlava, tentando manter a expressão mais neutra possível,  finalmente, o elevador chegou ao meu andar, e eu soltei um suspiro silencioso de alívio misturado com frustração, desliguei o vibrador rapidamente, antes que as portas se abrissem, e saí do elevador com um leve tremor nas pernas. Assim que pisei fora, senti uma onda de excitação acumulada, o prazer que eu não havia permitido que explodisse dentro do elevador, estava me consumindo agora, as minhas pernas fraquejavam, e eu sabia que precisava de uma solução rápida, o corredor ainda estava vazio, e eu sabia que o banheiro feminino do andar estaria tão deserto quanto antes.

Sem hesitar fui até o banheiro, me trancando dentro de uma das cabines, antes de entrar vi no espelho diante de mim que mostrava meu rosto vermelho, os olhos brilhando de excitação, eu estava ofegante, as bochechas coradas, e a adrenalina daquele momento inusitado ainda corria pelas minhas veias, tirei o vibrador da bolsa novamente e me encostei contra a porta da cabine, com as pernas ligeiramente afastadas, dessa vez, eu não hesitei, já liguei o vibrador na intensidade máxima e o pressionei diretamente contra meu clitóris, agora sem as barreiras da roupa, o prazer foi imediato, uma onda tão intensa que me fez soltar um gemido abafado, a sensação acumulada de todo o momento no elevador, a tensão, o medo de ser pega, tudo explodiu de uma vez. Em questão de segundos, o orgasmo me atingiu, meu corpo todo tremeu, minhas pernas se contraíram, e eu tive que segurar a porta da cabine para não cair, o vibrador intensificava cada segundo, e eu senti meu corpo se contorcer de prazer, minhas costas arqueando enquanto tentava me conter, gemi baixinho, tentando ao máximo não fazer muito barulho, mas a sensação era tão avassaladora que meus lábios deixaram escapar alguns suspiros pesados. Quando finalmente o orgasmo passou, desliguei o vibrador, ainda sentindo pequenos tremores percorrendo meu corpo, encostei-me contra a parede da cabine, recuperando o fôlego, um sorriso satisfeito nos lábios, a adrenalina ainda corria em mim, e o choque de ter feito algo tão audacioso e fora do comum me deixou eufórica. Eu sabia que aquela seria uma lembrança que ficaria comigo por muito tempo, foi tudo tão absurdamente inesperado que eu mal podia acreditar que havia realmente acontecido. Mas ao mesmo tempo, eu me senti mais viva do que nunca.

Quero agradecer a leitura, espero que este conto tenha proporcionado tesão e que tenha deixado com vontade de retornar a ler mais contos escritos por eu. Beijos e abraços, até a próxima.

19 de novembro de 2024

DESEJOS OCULTOS

Olá, me chamo Arthur Claro, sou o autor deste conto fictício com pitadas de realidade, convido você (leitor(a)) a ler este simples fato que criei, se acomode aonde te deixe confortável, recomendo se haver masturbação deixe para o final do conto. Este conto é continuação do "PRAZER EM RISCO".

Depois daquele dia constrangedor no escritório, onde quase fui flagrada usando o vibrador de calcinha, as coisas mudaram para mim, passei a vê-lo de uma forma diferente, a adrenalina daquele momento despertou algo dentro de mim, uma fantasia que eu não sabia que existia. O meu chefe sempre foi discreto, educado e de certa forma um pouco distante. Eu nunca tinha prestado muita atenção a ele nesse sentido, até aquele momento, não demorou muito para que eu começasse a ter algumas fantasias com ele, a ideia de quase ser pega por ele em um momento de prazer fez minha mente divagar. Comecei a pensar em como seria se ele soubesse o que estava acontecendo naquele momento, se ele tivesse notado a forma como eu me mexia na cadeira, a respiração pesada que eu tentava disfarçar.

O que atrapalhava eu poder realizar estas fantasias, é que ele é homossexual, todo mundo no escritório sabia disso, e ele nunca escondeu, isso claro, tornava as minhas fantasias uma missão impossível, pois tenho quase certeza que ele não iria se atrair por mim, mas isso só fazia com que eu tivesse mais desejos de realiza-las, a ideia de querer algo que eu sabia que não poderia ter me consumia.

Eu me flagrava durante as reuniões olhando para ele, imaginando como seria sentir seu corpo junto ao meu, como seria se, de alguma forma, ele se interessasse por mim, pelo meu corpo, pelo prazer que eu poderia lhe dar, meu desejo era tanto que muitas noites, quando chegava em casa, eu me jogava na cama e deixava minha mente vagar, explorando essas fantasias proibidas utilizando o meu querido vibrador.

Foi numa dessas noites, após mais um longo dia de trabalho, que decidi que precisava de algo diferente, algo que intensificasse aquela fantasia, mesmo que ela nunca pudesse ser realizada, resolvi que naquela noite, o vibrador teria um papel totalmente diferente do que já fez até aquele momento.

Fiz questão de preparar tudo com cuidado, tomei um banho quente e demorado, deixando a água escorrer sobre meu corpo, relaxando cada músculo, quando saí, a minha pele estava macia e ainda um pouco úmida, fui até a gaveta onde guardava o vibrador, e ao pegá-lo, já olhei para ele com um sorriso malicioso e bem safado, deixando escapar dos meu lábios "Hoje, ele teria um novo propósito".
Deitei-me na cama, completamente nua, e apliquei uma generosa quantidade de lubrificante no vibrador, a ideia era de usá-lo no meu cuzinho, já tinha me passado pela cabeça algumas vezes, mas eu nunca havia me permitido experimentar, mas naquela noite, me senti bem decidida, fechei os olhos e comecei a acariciar meu corpo, imaginando como seria ter o meu chefe ali, me tocando, sussurrando ao meu ouvido, mesmo que tudo isso fosse apenas uma fantasia. Meus dedos deslizaram sobre meus seios, provocando arrepios enquanto eu brincava com meus mamilos, e depois desceram lentamente até a minha xana, que já estava bem molhada só de imaginar, toquei o meu clitóris com suavidade, aproveitando cada segundo desta excitação crescente.

Com a outra mão, segurei o vibrador, o posicionei lentamente contra a entrada do meu cuzinho, a sensação inicial foi de um leve desconforto, mas à medida que fui relaxando, meu corpo começou a aceitar o brinquedo, fui inserindo o vibrador devagar, parando a cada instante para sentir como meu corpo reagia, quando finalmente ele estava todo dentro de mim, uma onda de calor me percorreu, o preenchimento era intenso, uma sensação completamente nova. O vibrador em meu cuzinho estimulava um prazer diferente, mais profundo e isso só aumentava minha excitação, liguei-o na intensidade mais baixa, e o zumbido sutil me fez ofegar e o meu corpo inteiro reagiu, e minha mente voltou para a imagem do meu chefe, agora envolto em minhas fantasias.

Comecei a me mover devagar, sentindo o vibrador pulsar dentro de mim, enquanto meus dedos continuavam a brincar com meu clitóris, estas duas sensações se misturavam, criando um turbilhão de prazer que se espalhava pelo meu corpo, a cada vez que eu me mexia, o vibrador no meu cuzinho pressionava novos pontos, e a intensidade aumentava. A minha mente estava completamente imersa naquela fantasia impossível, imaginando como seria se de alguma forma, ele estivesse ali, tocando-me, dominando-me, a ideia de que ele jamais poderia se interessar por mim apenas fazia tudo parecer mais irresistível e isso me deixava ainda mais excitada, a vibração no meu cuzinho e o toque nos meus lábios vaginais se intensificavam, nisso a minha respiração ficou mais pesada, meus quadris se moviam sozinhos, buscando por mais prazer, eu sabia que o orgasmo estava próximo, e cada vez que o vibrador se movia dentro de mim, meu corpo se contraía ainda mais em antecipação.

Quando finalmente o orgasmo chegou, foi avassalador, os meus músculos internos se apertaram ao redor do vibrador e meu corpo inteiro tremeu com a intensidade do prazer, a sensação era profunda, cada pulsação mais forte que a anterior, até que meu corpo finalmente cedeu, relaxando por completo, deitei-me ali, exausta e ofegante, o vibrador ainda dentro de mim, criando pequenas ondas de prazer residuais, a fantasia do impossível havia me levado a um lugar que eu nunca havia explorado antes, quando me levantei para remover o vibrador e limpar-me, não pude deixar de sorrir satisfeita, sabendo que havia encontrado uma nova maneira de saciar aquele desejo, mesmo que fosse sozinha, e de uma forma que só eu poderia compreender.

Quero agradecer a leitura, espero que este conto tenha proporcionado tesão e que tenha deixado com vontade de retornar a ler mais contos escritos por eu. Beijos e abraços, até a próxima.

12 de novembro de 2024

PRAZER EM RISCO

Olá, me chamo Arthur Claro, sou o autor deste conto fictício com pitadas de realidade, convido você (leitor(a)) a ler este simples fato que criei, se acomode aonde te deixe confortável, recomendo se haver masturbação deixe para o final do conto. Este conto é continuação do "EXPLORANDO UMA NOVA EXPERIÊNCIA COM O PLUG ANAL E COM O VIBRADOR".

Algumas semanas após minha aventura com o plug anal e o vibrador, a sensação de autodescoberta continuava crescendo dentro de mim, estava me sentindo mais confiante e confortável com meu corpo e meus desejos, e aquela excitação constante parecia estar sempre presente, até no trabalho, eu me pegava fantasiando sobre o que faria quando estivesse sozinha em casa, no entanto, um dia comum no escritório acabou tomando um rumo completamente inesperado. Era uma tarde monótona, como tantas outras, o escritório estava relativamente vazio, e as tarefas se arrastavam, eu já estava acostumada com a rotina cansativa, mas naquele dia, algo dentro de mim fervilhava, uma tensão que crescia e parecia não ter solução fácil, foi então que lembrei de uma ideia que tinha me passado pela cabeça dias antes: o pequeno vibrador de calcinha que eu havia comprado por curiosidade.

Era um dispositivo discreto, pequeno, controlado por um aplicativo no celular, a ideia de usá-lo em público já havia me excitado quando comprei, mas nunca tinha tido coragem de experimentar, no entanto, naquele dia, o tédio e a tensão me levaram a fazer algo ousado, fui ao banheiro e coloquei o vibrador dentro da calcinha, o peso leve e a sensação de algo entre minhas pernas me fez suspirar, já sentindo um leve formigamento de excitação. Voltei para minha mesa, tentando manter a compostura, a ideia de estar no escritório, no meio dos colegas e ter aquele segredo íntimo escondido entre minhas pernas já me fazia sentir um arrepio de prazer, sentei-me e abri o aplicativo no celular, ajustando a intensidade para a configuração mais baixa, a vibração começou suave, quase imperceptível, mas já o suficiente para acelerar meu coração. À medida que o tempo passava, fui aumentando gradualmente a intensidade da vibração, minha respiração começou a ficar mais pesada, e tive que morder o lábio para não deixar escapar nenhum gemido, os meus músculos internos se contraíam levemente a cada pulsação e eu já conseguia sentir a umidade se acumulando entre minhas pernas.

Era uma sensação indescritível, estar no meio do trabalho, cercada por pessoas, e ao mesmo tempo completamente mergulhada no meu próprio prazer, fui aumentando a intensidade até que a vibração se tornou impossível de ignorar, meu corpo todo reagia, minha postura ficou rígida e, por dentro, o prazer estava crescendo rapidamente, estava à beira de um orgasmo, e o controle sobre minha própria compostura começava a escapar, foi então que, de repente, ouvi passos se aproximando, meu coração disparou, levantei os olhos e vi que era meu chefe, indo em direção à minha mesa, o pânico me tomou. Rapidamente, tentei disfarçar, abaixando a intensidade da vibração pelo celular, mas meus dedos tremiam tanto que pressionei o botão errado e em vez de diminuir, a vibração subiu para o máximo.

A onda de prazer foi tão intensa que quase me fez gemer em voz alta, os meus olhos se arregalaram, e eu me contorci levemente na cadeira, tentando não chamar atenção, meu chefe parou bem na frente da minha mesa e começou a falar sobre um relatório, mas eu mal conseguia processar o que ele dizia, o vibrador ainda pulsava dentro de mim, cada vibração me aproximando perigosamente do orgasmo, tentei me concentrar no que ele dizia, mas minhas mãos, escondidas debaixo da mesa, tremiam enquanto tentava ajustar o celular, era uma situação surreal, eu estava tão perto de gozar que mal conseguia respirar, e o pânico de ser descoberta só tornava tudo ainda mais intenso, foi quando ele parou de falar por um momento e me olhou com um olhar confuso. "Você está bem, Ellen?" Ele perguntou, e eu quase desmoronei ali, meu rosto devia estar vermelho como um tomate, e minha voz saiu trêmula quando respondi: "Sim, estou... estou bem."

Finalmente consegui desligar o vibrador, foi uma sensação de alívio misturado à frustração que percorreu meu corpo, o orgasmo estava tão perto, uma pena que foi interrompido e tudo o que restou foi a adrenalina de quase ter sido pega no flagra, o meu chefe me olhou mais uma vez, ainda com uma expressão de dúvida, mas não fez mais perguntas, apenas virou-se e foi embora. Eu fiquei sentada, recuperando o fôlego, ainda tremendo, o vibrador, agora desligado, estava dentro de mim, mas eu sabia que precisava removê-lo assim que pudesse, levantei-me e fui ao banheiro o mais rápido possível, ainda incrédula com o que tinha acabado de acontecer.

Enquanto me olhava no espelho, com o rosto ainda quente e os lábios entreabertos de excitação contida, só conseguia rir de nervoso, aquela experiência havia sido um misto de prazer, pânico e adrenalina, eu tinha me permitido uma aventura, mas o risco de ser pega – e quase ter sido – me fez repensar até onde eu estava disposta a ir, de qualquer forma, sabia que aquela experiência de ser flagrada quase no auge do meu prazer tinha sido assustador, mas de alguma forma, aquilo só aumentou ainda mais a minha curiosidade.

Quero agradecer a leitura, espero que este conto tenha proporcionado tesão e que tenha deixado com vontade de retornar a ler mais contos escritos por eu. Beijos e abraços, até a próxima.

5 de novembro de 2024

EXPLORANDO UMA NOVA EXPERIÊNCIA COM O PLUG ANAL E COM O VIBRADOR

Olá, me chamo Arthur Claro, sou o autor deste conto fictício com pitadas de realidade, convido você (leitor(a)) a ler este simples fato que criei, se acomode aonde te deixe confortável, recomendo se haver masturbação deixe para o final do conto. Este conto é continuação do "UM IMPROVISO INESPERADO".

Alguns dias depois daquela noite em que fui interrompida pela campainha e acabei rindo de mim mesma, decidi que era hora de tentar algo diferente, desde o dia em que improvisara com o pepino, percebi que minha curiosidade estava cada vez mais desperta, eu queria me aprofundar em novas sensações e explorar meu corpo de formas que nunca tinha tentado antes. Foi então que, entre aquelas compras que eu nem lembrava ter feito, um dos pacotes que chegou continha algo que eu estava esperando, era um plug anal, pequeno, de silicone macio, com uma joia na ponta, eu havia pesquisado bastante antes de comprá-lo, tentando entender o que exatamente eu queria experimentar. A combinação de um plug anal com o vibrador parecia a próxima aventura natural, algo que eu sabia que poderia elevar meu prazer a outro nível.

Foi então numa noite, tudo estava perfeito, eu ja havia terminado de tomar um banho, meus músculos relaxados e minha mente livre de qualquer preocupação, o quarto estava com a luz suave do abajur, como de costume, e eu estava deitada na cama totalmente nua, já antecipando o que viria a seguir, coloquei o vibrador e o plug ao meu lado, sentindo aquela mistura de expectativa e excitação crescendo dentro de mim, comecei devagar, meus dedos percorreram minha pele, descendo pelo meu pescoço e pelos meus seios, que logo reagiram ao toque. Meus mamilos estavam duros, sensíveis, e minha respiração já começava a ficar pesada, acariciei meu ventre, sentindo o calor crescer entre minhas pernas, estava molhada, ansiosa e muito excitada, mas sabia que aquele momento exigia calma e paciência.

Primeiro peguei o plug e apliquei um pouco de lubrificante, deslizando-o entre meus dedos para garantir que tudo estivesse suave e confortável, me deitei de lado, uma posição que me permitia explorar ambos os lados do meu corpo com facilidade, respirei fundo e comecei a pressionar o plug contra da entrada do meu cuzinho, devagar, permitindo que meu corpo se ajustasse à nova sensação. No início, o plug pareceu um pouco estranho, uma pressão diferente da que eu estava acostumada, mas aos poucos, à medida que meu corpo relaxava, a sensação se transformou. Era algo novo, algo que me fazia sentir preenchida de uma maneira intensa e diferente, quando o plug finalmente se encaixou completamente, eu fiquei parada por um momento, sentindo aquela nova presença, era estranho e excitante ao mesmo tempo, um estímulo que eu ainda estava aprendendo a compreender.

A minha excitação aumentava à medida que eu me movia levemente, sentindo o plug dentro de mim enquanto meu corpo se ajustava, foi então que peguei o vibrador, que já estava ao meu lado, e liguei-o na intensidade mais baixa, o zumbido suave contra minha pele me fez arfar imediatamente, desci o vibrador até a minha xana, onde eu já estava encharcada de tesão, ao pressioná-lo contra meu clitóris, um gemido escapou de meus lábios, a combinação do plug e do vibrador era avassaladora. Meu corpo começou a responder de uma maneira que eu nunca havia sentido antes, o prazer vinha de dois lugares diferentes, se espalhando por mim como ondas, o vibrador enviava pulsações diretamente para o meu clitóris, enquanto o plug criava uma sensação de preenchimento e pressão que fazia cada movimento parecer mais intenso, os meus quadris começaram a se mover por conta própria, buscando mais contato, mais estímulo.

A cada estocada do vibrador contra meu clitóris, a sensação dentro de mim se intensificava, o plug parecia aumentar cada onda de prazer, como se amplificasse as sensações, nisso a minha respiração era pesada, e meus gemidos ficaram mais altos, senti meu corpo se contorcer, meu ventre apertando-se à medida que o prazer crescia, eu sabia que o orgasmo estava se aproximando rapidamente, deslizei o vibrador para dentro de mim, sentindo como ele me preenchia enquanto o plug ainda estava no lugar. A sensação de estar completamente preenchida, tanto na frente quanto atrás, era alucinante, os meus músculos internos se contraíram ao redor do vibrador, e o plug intensificava cada contração, eu estava cada vez mais perto de gozar, e o prazer se acumulava como uma onda prestes a quebrar.

Foi então que o orgasmo me atingiu, meu corpo todo se contraiu, meus músculos apertando o vibrador e o plug ao mesmo tempo e uma onda de prazer tão intensa que parecia interminável me percorreu, meu corpo inteiro tremeu, e gemidos involuntários escaparam da minha boca, a sensação era tão forte que parecia que eu estava explodindo de dentro para fora, cada parte do meu corpo pulsando em uníssono. Por alguns segundos, tudo o que eu conseguia sentir era um prazer absoluto, minha mente estava em branco, completamente submersa naquele momento, quando a excitação finalmente começou a passar, eu senti meus músculos relaxarem aos poucos, meu corpo ficando mole na cama, fiquei ali deitada por alguns minutos, ainda tentando processar o que havia acabado de acontecer, o vibrador estava desligado, caído ao meu lado, e o plug ainda estava em mim, criando uma sensação de preenchimento suave, mesmo após o orgasmo, suspirei profundamente, com o corpo ainda tremendo levemente, e sorri para mim mesma, aquela noite foi uma prazerosa descoberta, o plug anal combinado com o vibrador, realmente me proporcionou uma nova dimensão de prazer que eu não imaginava ser possível, eu sabia que a partir daquele momento, minha curiosidade me levaria a explorar ainda mais, afinal, cada nova experiência estava me revelando algo novo sobre meu corpo e meu prazer e eu estava mais do que disposta a continuar essa jornada de prazeres.

Quero agradecer a leitura, espero que este conto tenha proporcionado tesão e que tenha deixado com vontade de retornar a ler mais contos escritos por eu. Beijos e abraços, até a próxima.

29 de outubro de 2024

UM IMPROVISO INESPERADO

Olá, me chamo Arthur Claro, sou o autor deste conto fictício com pitadas de realidade, convido você (leitor(a)) a ler este simples fato que criei, se acomode aonde te deixe confortável, recomendo se haver masturbação deixe para o final do conto. Este conto é continuação do "DESCOBERTA DO PRAZER: USANDO O VIBRADOR PELA PRIMEIRA VEZ".

Alguns dias após aquela primeira experiência com o vibrador, eu já estava mais confortável com a minha própria sexualidade, porém, numa noite, algo inesperado aconteceu, eu precisava de um momento só para mim, pois tive um dia cansativo de trabalho, reuniões intermináveis e tudo o que eu queria era me desconectar do mundo e me conectar com o meu corpo, cheguei em casa ansiosa, pronta para repetir o ritual de prazer que já se tornara parte da minha rotina, mas ao procurar o vibrador na gaveta do criado-mudo, ele não estava lá, olhei por todo o quarto e nada, talvez estivesse esquecido em outro cômodo, mas eu já estava tão ansiosa que não quis sair à procura, foi então que a ideia de improvisar surgiu na minha cabeça.

Fui até a cozinha, ao abrir a geladeira, vi um pepino grande, reto e de um verde vivo, uma solução inusitada, mas que naquele momento parecia perfeitamente adequada para saciar minha necessidade, eu já havia ouvido falar sobre usar objetos alternativos para se satisfazer, no calor da excitação, a ideia parecia excitante de uma maneira inesperada, lavei o pepino com cuidado e voltei para o quarto, a luz suave do abajur criando o ambiente perfeito, deitei-me na cama, sentindo uma mistura de adrenalina e desejo, segurei o pepino nas mãos, sua superfície lisa e fresca contrastando com o calor crescente do meu corpo, comecei a explorar meu corpo com os dedos, da maneira mais prazerosa possível, meus dedos deslizaram pelo pescoço, passando pelos meus seios, onde brinquei com os mamilos, sentindo-os ficarem duros sob o toque.

Minha respiração já estava pesada, meu corpo quente e úmido, sem pensar muito, desci uma das mãos entre minhas pernas, encontrando o calor molhado que me esperava ali, com a outra mão, comecei a acariciar o pepino, brincando com a ideia de como seria senti-lo dentro de mim, quando o toquei na minha xana, o frio da sua superfície me fez arrepiar, lentamente fui deslizando o pepino para dentro de mim, sentindo meu corpo se ajustar ao seu tamanho, a sensação de preenchimento era intensa, e a pressão fazia meu prazer aumentar a cada movimento, as minhas coxas se apertaram ao redor dele enquanto eu o movia para dentro e para fora, com meu corpo reagindo a cada estocada.

O prazer era crescente, a cada momento eu sentia que estava mais perto do orgasmo, minhas mãos não paravam de massagear meu clitóris enquanto o pepino me preenchia completamente, meus quadris se moviam sozinhos, buscando mais intensidade, a respiração ficava mais descompassada, os gemidos mais altos, eu sabia que estava perto do orgasmo, meu corpo todo se preparando para aquele momento e então, no exato momento em que senti o orgasmo começar a tomar conta de mim, a campainha tocou.
O som foi como um choque que me tirou completamente do momento, meu corpo, que estava prestes a explodir em prazer, congelou no mesmo instante, a surpresa e o pânico tomaram conta. "Quem poderia ser a essa hora?", pensei, ainda ofegante e com o coração acelerado.

Na pressa de reagir, tentei puxar o pepino para fora, mas ele não saiu tão facilmente quanto eu esperava, o pânico aumentou, eu me mexi, tentando soltá-lo, mas parecia que meu corpo havia se contraído tanto que ele ficou preso, a sensação de preenchimento que antes era tão boa agora era desconfortável, ainda mais com a campainha tocando novamente, insistente, respirei fundo, tentando me acalmar. "Calma, Ellen", disse a mim mesma. Sentei-me na cama, tentando relaxar os músculos enquanto segurava o pepino, mas meu corpo ainda estava tenso com a mistura de excitação e susto, acampainha tocou de novo, desta vez com mais insistência e meu coração disparou.

Finalmente, depois de alguns segundos que pareceram uma eternidade, consegui relaxar o suficiente para soltar o pepino, suspirei de alívio, sentindo meu corpo relaxar, embora o momento de prazer já tivesse passado, substituído pela adrenalina, deixei o pepino de lado na cama, ainda incrédula com a situação, levantei-me rapidamente, vesti um roupão e fui até a porta, o coração ainda batendo forte, quando abri, era apenas uma entrega, algo que eu nem lembrava que tinha pedido, peguei o pacote e agradeci de forma breve, tentando parecer o mais normal possível, enquanto o entregador me olhava com curiosidade, provavelmente se perguntando por que eu parecia tão fora de mim.

Fechei a porta e voltei para o quarto, rindo sozinha da situação absurda, deitei-me de novo, ainda sentindo os resquícios de excitação e adrenalina no meu corpo, o que deveria ter sido um momento de prazer tranquilo acabou se transformando numa história cômica, e embora o susto tivesse atrapalhado, não pude deixar de rir da minha própria sorte, aquele momento me ensinou que, mesmo quando as coisas não saem como planejado, às vezes tudo o que você pode fazer é rir. Afinal, nem sempre a vida – ou o prazer – segue o roteiro perfeito.

Quero agradecer a leitura, espero que este conto tenha proporcionado tesão e que tenha deixado com vontade de retornar a ler mais contos escritos por eu. Beijos e abraços, até a próxima.

22 de outubro de 2024

DESCOBERTA DO PRAZER: USANDO O VIBRADOR PELA PRIMEIRA VEZ

Olá, me chamo Arthur Claro, sou o autor deste conto fictício com pitadas de realidade, convido você (leitor(a)) a ler este simples fato que criei, se acomode aonde te deixe confortável, recomendo se haver masturbação deixe para o final do conto.

Meu nome é Ellen, atualmente tenho 26 anos e hoje vou contar sobre a primeira vez que decidi explorar um lado diferente da minha sexualidade, sempre fui uma pessoa curiosa quando se trata de prazer, mas até então, nunca tinha dado o passo de experimentar algo assim. Naquela noite, eu estava sozinha em casa, algo raro e senti que aquele era o momento certo para me aventurar, a ideia de descobrir algo novo me deixava excitada.

Antes de começar vou me apresentar melhor, sou uma mulher de estatura média, com cerca de 1,65 m de altura, tenho curvas que sempre gostei de ver refletidas no espelho, os meus seios são cheios, redondos, e minha pele é macia, clara, pontilhada por algumas pintas nas costas e nas pernas, tenho quadris largos e uma cintura fina, com coxas firmes que tonifiquei nas minhas aulas de pilates, o meu cabelo é longo, castanho.


Eu comprei um vibrador pequeno, discreto, de um tom rosa suave que me pareceu delicado, quase inofensivo, mas eu sentia que ele tinha potencial para me surpreender, fiquei segurando-o por alguns instantes, enquanto pensava no que estava prestes a fazer, sentindo a adrenalina misturada ao desejo, me deitei de costas, e comecei a explorar meu próprio corpo com as mãos antes de ligar o vibrador, os meus dedos deslizavam lentamente pela minha pele, do pescoço aos seios, onde parei para acariciar e beliscar levemente os mamilos, que já estavam duros, aquele toque já era suficiente para acelerar minha respiração e o calor entre minhas pernas começava a pulsar, eu me sentia que já estava pronta.

Eu estava deitada na minha cama, com a luz suave do abajur preenchendo o quarto de forma aconchegante, comecei a me preparar mentalmente para o que estava por vir, o meu corpo estava quente, já em expectativa pelo que estava prestes a acontecer, quando liguei o vibrador, senti uma leve vibração nas mãos e ao encostar nos meus seios, a sensação me fez suspirar, era uma experiência nova, diferente de qualquer outra, deslizei o vibrador pelo meu ventre, explorando o caminho até minha xana, e senti meu corpo se preparando para o que viria a seguir.

Quando finalmente toquei minha xana, senti o quanto já estava molhada, a vibração era intensa, quando pressionei o vibrador contra o meu clitóris, meu corpo reagiu imediatamente, um gemido escapou dos meus lábios enquanto a sensação se espalhava, fazendo com que cada célula do meu corpo parecesse viva e pulsante, continuei explorando meu corpo com o vibrador, ajustando a intensidade e sentindo como meu prazer aumentava a cada movimento, a vibração em contato direto com meu clitóris era algo indescritível, os meus quadris começaram a se mover sozinhos, buscando mais contato, mais intensidade, o calor dentro de mim crescia rápido, meu corpo todo parecia se contrair, eu sentia as minhas coxas se apertarem, meus seios subindo e descendo com a respiração ofegante, quando aumentei a potência do vibrador ao máximo, o prazer se tornou quase insuportável, tão intenso que minhas costas arquearam na cama.

Foi então que o orgasmo veio, como uma onda esmagadora que tomou conta de mim por completo, os meus músculos se contraíram todos de uma vez e o prazer se espalhou por cada centímetro do meu corpo, os meus dedos apertando o vibrador enquanto o orgasmo me sacudia, quando o ápice passou, eu estava exausta e completamente satisfeita, deixei o vibrador cair ao meu lado, meu corpo ainda pulsando levemente, e fiquei ali, deitada, absorvendo cada momento, a minha respiração era pesada, meu corpo suado, e o prazer ainda corria pelos meus nervos de maneira sutil.

Naquela noite, eu descobri algo novo sobre mim mesma, foi a experiência mais profunda do que eu esperava, a partir daquele momento, eu soube que a relação com meu corpo e meu prazer havia mudado para sempre.

Quero agradecer a leitura, espero que este conto tenha proporcionado tesão e que tenha deixado com vontade de retornar a ler mais contos escritos por eu. Beijos e abraços, até a próxima.

15 de outubro de 2024

UM SEGREDO

Olá, me chamo Arthur Claro, sou o autor deste conto fictício com pitadas de realidade, convido você (leitor(a)) a ler este simples fato que criei, se acomode aonde te deixe confortável, recomendo se haver masturbação deixe para o final do conto.

Meu nome é Eloísa, tenho 42 anos, divorciada há cinco, mãe de uma adolescente, a minha vida segue uma rotina tranquila, sou professora de literatura e embora eu sempre tenha gostado de estar sozinha, nas últimas semanas, algo tem mudado dentro de mim, eu sempre fui bastante reservada, mas certa situação que começou a se desenrolar há pouco tempo parece ter me tirado desse estado de comodidade.

Eu sou uma mulher comum, tenho curvas generosas, meus quadris são largos, os peitos já não tão firmes quanto antes, mas ainda tenho muito orgulho do meu corpo, ele reflete quem eu sou: uma mulher madura, confortável consigo mesma, a minha pele é morena clara, e os cabelos, que antes eram lisos e longos, agora estão curtos, batendo nos ombros, eu gosto de sempre mudando o meu visual, este agora combina com o que estou me tornando: mais livre, mais consciente dos meus desejos.

Tudo começou quando Fred, filho da minha amiga Rosa, eu conheço ele desde que ele era pequeno, mas o tempo passou e agora ele já esta um homem feito, ele agora tinha um corpo robusto, uma leve barriga, braços fortes porém não de horas de academia, seus cabelos são castanho escuro, ele tem um sorriso meio tímido, ele veio me visitar, pois a sua mãe estava viajando a trabalho e ele precisava de um lugar para ficar por uns dias, claro, não pensei duas vezes antes de oferecer para ele ficar aqui comigo, já que a minha filha estava na casa do pai dela e eu iria ficar sozinha por um tempo, Fred sempre foi como um sobrinho para mim, alguém que vi crescer, mas agora havia algo diferente em nossa convivência, uma tensão silenciosa, quase palpável, preenchia o ar sempre que nossos olhares se cruzavam.

Naquela noite, eu resolvi vestir uma camisa de algodão azul clara, longa, quase como um vestido, que caía solta sobre meu corpo, e uma calcinha de renda preta por baixo, eu não precisava ter vergonha de estar vestida assim, não via nada de malicioso ou errado, eu e Fred estávamos na sala de estar colocando o papo em dia e bebendo um vinho, ele usava uma camiseta branca simples e um short de moletom cinza que revelava parte de suas coxas, ligeiramente musculosas, ele parecia descontraído, mas seus olhos me seguiam, com uma intensidade que eu não podia mais ignorar.

Depois de algumas taças de vinho e muita conversa, comecei a notar como ele se aproximava, como seus olhos passeavam pelo meu corpo sem disfarçar, eu me senti uma excitação que há muito tempo eu não experimentava, algo dentro de mim despertou, naquele instante, entre risos e olhares silenciosos, Fred se inclinou. "Posso te perguntar uma coisa?" — ele disse, a voz baixa, quase um sussurro. Eu o olhei, sabendo que não era uma pergunta comum, meu coração acelerou, mas assenti. Então, sem mais palavras, ele se aproximou de mim de uma forma que nenhum outro homem tinha feito em muitos anos.

Fred me beijou devagar, a princípio incerto, mas logo senti a urgência em seus movimentos, eu retribuí, uma mistura de nervosismo e desejo tomando conta de mim, quando me dei conta, estávamos de pé, ele me segurando firme pela cintura, enquanto me guiava para o quarto, lá a luz era suave, o suficiente para que nossos corpos pudessem ser vistos, mas com sombras que tornavam tudo mais íntimo, Fred me olhou com uma expressão que eu nunca esperaria dele — cheia de vontade e respeito, eu sabia que aquilo era consensual, que ambos estávamos desejando aquilo, ele começou a descer lentamente, ajoelhando-se diante de mim. Suas mãos grandes e quentes puxaram minha camisa para cima, revelando a minha calcinha, por um segundo, senti uma leve insegurança — meu corpo não era mais o de uma jovem, mas o olhar de Fred eliminou qualquer resquício de dúvida, ele me desejava exatamente como eu sou, com cuidado, ele tirou a minha calcinha e, sem desviar os olhos dos meus, começou a explorar minha xaninha com a boca, o toque de seus lábios foi delicado no início, quase reverente, senti um arrepio percorrer minha espinha, ele sabia o que estava fazendo, e fazia com atenção e entrega, a língua dele deslizou suavemente, explorando cada parte de mim, como se quisesse gravar tudo em sua memória.

Eu gemi baixinho, o corpo relaxando e se entregando ao prazer, ele aumentava a pressão com movimentos precisos, enquanto suas mãos seguravam meus quadris com firmeza, guiando-me para mais perto dele, meu corpo respondeu de imediato, um calor se espalhando pelas minhas pernas, pelo meu ventre, ele sabia o que exatamente o que eu precisava, as minhas mãos encontraram seu cabelo, e eu o segurei, um gesto de incentivo, ele não parou, a sensação era de puro prazer, uma onda que se formava, se intensificava, até que eu não pude mais segurar e um gemido mais alto escapou, e meu corpo se entregou completamente ao momento, uma explosão de sensações que me fez esquecer de tudo ao redor.

Fred levantou o rosto, seus olhos brilhando, e sorriu para mim com uma mistura de orgulho e desejo, eu respirei fundo, tentando me recompor, enquanto ele me puxava para um abraço, não dissemos nada, não precisávamos, o silêncio foi preenchido pela compreensão mútua do que havia acontecido ali — um encontro de vontades que estavam à flor da pele há muito tempo, aquela noite mudou algo entre nós. Não era só o sexo, era a intimidade que compartilhamos, a descoberta de um desejo inesperado que nos aproximou de uma maneira que eu nunca imaginei ser possível, após aquele momento, o silêncio reinou no quarto, mas não era um silêncio desconfortável, pelo contrário, era cheio de cumplicidade, como se finalmente tivéssemos entendido algo que estava pairando entre nós, Fred continuava me segurando, os braços ainda ao redor da minha cintura, sua respiração desacelerando aos poucos, assim como a minha, eu estava envolta em uma sensação de calma, de saciedade, mas também de uma excitação.

Ele se afastou um pouco para me olhar nos olhos, como se quisesse ter certeza de que eu estava bem, de que tudo o que havíamos feito era o que eu desejava, eu sorri, tocando o rosto dele, sentindo a textura de sua pele suave, e assenti, deixando claro que estava completamente à vontade, ele se levantou e me puxou suavemente para sentar na cama, tirou a camiseta, revelando seu corpo natural e atraente, a sua barriga tinha um pouco de volume, o que o deixava ainda mais real, ele era diferente dos homens com quem eu estava acostumada, e isso me encantava de uma forma que eu não sabia explicar.

Eu me senti atraída por ele de uma maneira que ia além do físico, era o momento, a conexão que havíamos estabelecido ali, ele se ajoelhou na minha frente novamente, mas desta vez, foi diferente, ele me puxou pela mão e me deitou sobre a cama, de forma tranquila, respeitosa, enquanto seus dedos exploravam minha pele com delicadeza.

— Você está bem? — ele perguntou, com uma voz suave, enquanto sua mão percorria o lado do meu corpo, descendo pelos meus quadris até minha coxa, o toque firme.

— Estou... — respondi, deixando que meus dedos se enroscarem nos cabelos dele novamente. — Tudo isso é muito novo, mas... é bom. Eu estou gostando de estar aqui com você.

Fred sorriu, um sorriso genuíno, e continuou a explorar meu corpo com suas mãos e lábios, beijando meu pescoço, o colo, e descendo pelo meu abdômen, ele estava totalmente atento aos meus movimentos, às minhas reações e eu me sentia entregue, não só ao prazer que crescia entre nós, eu me virei, puxando-o para perto de mim, nossos corpos agora alinhados, as mãos dele me tocavam como se eu fosse preciosa, e isso me fez sentir viva de uma maneira que eu não sentia há anos, eu queria mais e ele também.

Ele me beijou com mais intensidade agora, seus lábios nos meus, e logo nossos corpos se moveram juntos, como se estivéssemos sincronizado, ele retirou a minha camisa e deixando que a roupa caísse ao chão, eu o ajudei a tirar o restante de suas roupas e por um momento, ficamos ali, nos olhando nus e vulneráveis, mas completamente à vontade um com o outro, os nossos corpos não eram perfeitos, eu sentia o calor dele contra a minha pele, e isso me trouxe uma sensação de completude, como se finalmente estivesse no lugar certo, nisso ele se deitou sobre mim, mas com cuidado, sem pressa, como se quisesse prolongar aquele momento o máximo possível, os nossos beijos se tornaram mais profundos, mais carregados de desejo, enquanto ele deslizava para dentro de mim com uma suavidade, foi quando eu soltei um suspiro, ele se movia devagar, nossos corpos em harmonia, encontrando um ritmo.

A sensação era intensa, como se tudo ao nosso redor tivesse desaparecido, e só restássemos nós dois, naquele espaço compartilhado, ele me olhava nos olhos, seus movimentos suaves e controlados, respeitando cada limite, cada resposta que eu dava, ele não tinha pressa, queria que eu sentisse, que nós dois aproveitássemos aquele momento ao máximo, eu o segurei pelos ombros, puxando-o mais para perto, sentindo o calor de seu corpo sobre o meu, e logo nos movíamos juntos, em uma dança lenta e deliciosa, meus gemidos eram baixos, mas carregados de prazer, enquanto ele intensificava os movimentos, que me fazia se sentir livre, completamente à vontade para me entregar, nisso nós dois gozamos de forma quase simultânea, nossos corpos tremendo juntos, eu sentia o coração dele batendo acelerado contra meu peito, enquanto ele ainda me segurava, sem se mover, nos permitindo absorver o que tínhamos acabado de fazer, ficamos ali, abraçados, nossas respirações desacelerando, ainda envolvidos naquela cumplicidade e desejo, ele me olhou novamente, e eu sabia que aquela noite tinha mudado tudo entre nós, era uma conexão que tinha nascido e que não poderia mais ser ignorada. Eu o beijei suavemente, sorrindo para ele, e senti algo novo florescer dentro de mim — uma mistura de felicidade, satisfação e a certeza de que, por mais inesperado que aquilo fosse, era algo que eu realmente queria.

Ficamos ali, ainda abraçados, nossos corpos enlaçados, o silêncio preenchido apenas pelas nossas respirações, tinha uma sensação de tranquilidade, de completude, eu acariciava o cabelo de Fred, sentindo sua cabeça apoiada no meu peito, ele parecia perdido em pensamentos, e eu também, tudo aquilo era tão inesperado, mas ao mesmo tempo, eu me sentia em paz com o que tinha acontecido, ele levantou um pouco o rosto, me olhando com seus olhos castanhos escuros, ainda brilhando de uma mistura de desejo e carinho, ele abriu a boca para falar algo, mas hesitou por um segundo. Eu sorri, encorajando-o a dizer o que quer que fosse.

— Mãe... — ele começou, mas então, sem querer, a palavra escapou.

Eu senti um pequeno choque passar pelo meu corpo, ele tinha acabado de me chamar de mãe, por um instante, o ar do quarto pareceu congelar, Fred imediatamente percebeu o que havia dito, seus olhos se arregalando em surpresa e uma expressão de constrangimento tomando conta de seu rosto.

— Eu... eu não quis dizer isso — ele murmurou, visivelmente nervoso, começando a se afastar, como se temesse que eu fosse me irritar ou que aquilo pudesse destruir o que tínhamos acabado de compartilhar. — Me desculpa, Eloísa, eu não sei por que falei isso. 

Eu respirei fundo, e por um momento, a ideia de que ele tinha me confundido com sua mãe me atingiu, era natural, agora, nós dois estávamos nessa situação íntima e inesperada, mas em vez de me sentir ofendida ou desconfortável, eu me dei conta de que era apenas um reflexo de toda a confusão emocional que ele sentiu.

— Fred... — comecei, segurando sua mão para que ele soubesse que estava tudo bem. — Eu entendo. Isso aqui é... complicado, eu sei. Sua mãe e eu somos muito próximas, e talvez, de alguma forma, seu subconsciente misturou as coisas. Mas está tudo bem, não precisa se desculpar. Eu não estou brava e não foi nada grave.

Eu vi o alívio nos olhos dele, embora ele ainda parecesse um pouco envergonhado, a tensão em seu corpo começou a relaxar, e eu o puxei para mais perto de mim novamente, segurando seu rosto entre as mãos, ele me olhou com uma mistura de gratidão e admiração.

— Eu realmente sinto muito, Eloísa, você não tem ideia de como isso me pegou de surpresa.

— Eu sei — respondi, sorrindo suavemente. — Mas acredite, está tudo bem. Nós dois sabíamos que isso seria... um pouco complicado, não é? — brinquei tentando aliviar o clima, e ele riu, ainda um pouco constrangido, mas mais relaxado.

— Sim, complicado... — ele murmurou, e então seus lábios encontraram os meus novamente, como se precisasse me reafirmar com o toque que ele estava ali comigo e não com os pensamentos em outro lugar.

O beijo dele era mais gentil agora, como se estivesse pedindo desculpas de uma forma silenciosa e de alguma forma, isso fez com que a tensão restante entre nós se dissipasse completamente, nós dois sabíamos que aquela situação tinha muitos desafios — a diferença de idade, o fato de ele ser filho da minha melhor amiga, a confusão emocional que inevitavelmente surgiria, mas naquele momento, nada disso parecia importar, estávamos ali e ambos queríamos continuar.

Ele me puxou para mais perto, eu me encaixei em seus braços novamente, nossos corpos nus aquecidos pelo toque um do outro, a conexão que sentíamos era impossível ignorar, eu o acariciei, deslizando meus dedos pelas costas dele, sentindo cada curva, cada linha, ele cheio de energia e paixão, mas também demonstrava uma maturidade incomum para a idade, eu sabia que ele também estava navegando por um território novo e de alguma forma, isso nos unia ainda mais, nós nos acomodamos melhor na cama, dessa vez sem pressa, sem a urgência que havia caracterizado o início daquela noite, agora era mais calmo, quase como se estivéssemos nos redescobrindo após o primeiro impacto, ele continuou a me beijar, suas mãos deslizando por meu corpo de uma maneira mais lenta, apreciativa, enquanto eu explorava o dele com a mesma calma.

— Você é incrível, Eloísa — ele sussurrou contra minha pele, e eu senti a sinceridade em suas palavras. 

Eu sorri, sentindo um calor agradável se espalhar pelo meu corpo, não só pelo elogio, mas pela maneira como ele parecia verdadeiramente encantado com aquele momento.

— E você é... — eu procurei as palavras certas, tentando expressar tudo o que estava sentindo. — ... você é diferente de tudo que eu imaginei, no bom sentido. 

Ele riu, aquele riso tímido e encantador que sempre fazia com que meu coração batesse um pouco mais rápido, era fascinante como ele tinha transformado a minha vida de uma forma que eu nunca tinha imaginado antes, estava acontecendo de forma natural.

— Não vamos complicar as coisas mais do que já são — eu disse suavemente, encarando-o nos olhos. — O que quer que aconteça daqui pra frente, vamos viver um momento de cada vez.

Ele concordou com um aceno de cabeça, ainda com aquele sorriso tímido no rosto, ele me beijou novamente, e nós nos aninhamos ali, aproveitando o calor um do outro, ficamos em silêncio por alguns minutos, nossos corpos ainda conectados, abraçados na tranquilidade após a intensidade do que tínhamos acabado de viver, era um momento de quietude, mas também de proximidade, como se aquela cumplicidade tivesse crescido, ele estava deitado ao meu lado, com a cabeça encostada no meu ombro, enquanto eu acariciava seus cabelos distraidamente, gostando daquela sensação de calmaria.

Então, Fred quebrou o silêncio, sua voz saindo baixa, como se estivesse ponderando se deveria ou não dizer algo.

— Eloísa... tem uma coisa que eu preciso te contar. — A hesitação em sua voz era evidente, e eu parei de acariciar seu cabelo por um instante, esperando ele continuar.

— O que foi? — perguntei, curiosa e sem fazer ideia do que ele poderia estar prestes a me dizer, seus olhos evitavam os meus, e eu pude sentir seu corpo se tensionar levemente, como se estivesse nervoso com o que vinha a seguir.

— É um pouco... estranho — ele começou, soltando um suspiro. — Mas eu quero ser honesto com você. Eu só... eu preciso que você saiba de algo que eu fazia, sem saber que era... que era você.

— Fale — eu disse, tentando aliviar o clima com um tom suave. Estava claro que ele estava lutando consigo mesmo para se abrir, e eu não queria que ele se sentisse envergonhado ou julgado, a nossa conexão era forte, e eu queria que ele soubesse que podia confiar em mim.

Ele suspirou de novo, e então, finalmente, deixou escapar a confissão:

— Quando eu vinha aqui na sua casa, às vezes, ficava sozinho por um tempo, quando minha mãe te visitava. E... bem... — Ele hesitou, sua respiração acelerando. — Eu costumava encontrar umas calcinhas no banheiro, eu não sabia que eram suas, mas... eu adorava sentir o cheiro delas.

As palavras saíram rápidas, como se ele estivesse se libertando de um peso enorme, eu fiquei em silêncio por um segundo, absorvendo o que ele havia dito, a minha primeira reação foi de surpresa, claro, mas logo em seguida uma onda de excitação percorreu meu corpo, saber que ele, mesmo sem saber que eram minhas as calcinhas, tinha esse desejo, essa curiosidade incontrolável, mexeu comigo de uma forma inesperada, ele olhou para mim, a expressão no rosto cheia de apreensão, como se estivesse esperando uma reação negativa, mas em vez disso, eu sorri, passando meus dedos suavemente pelo seu rosto.

— Fred... — comecei, a voz mais baixa, um sorriso misterioso nos lábios. — Você realmente não sabia que eram minhas?

Ele balançou a cabeça, ainda visivelmente envergonhado, mas a tensão em seu corpo começava a se dissipar, percebendo que eu não estava brava.

— Eu juro que não sabia. Só depois que comecei a pensar por causa dos tamanhos, e então... eu me dei conta. Mas já era tarde, eu não conseguia parar de cheirar e de imaginar você sem elas.

Meu coração batia rápido enquanto eu processava o que ele havia confessado, e a excitação que começou a crescer dentro de mim foi impossível de conter, algo naquela revelação crua e inesperada me despertou de uma maneira intensa, o desejo, que havia sido saciado há pouco, de repente, retornou com força.

— Você gostava do cheiro? — perguntei, a voz quase um sussurro, meus olhos fixos nos dele, que agora pareciam brilhar de uma mistura de vergonha e... algo mais.

Ele assentiu, o rubor subindo pelo seu rosto.

— Sim... muito.

Sem dizer mais nada, senti uma necessidade de tomar as rédeas daquele momento, as minhas mãos, que estavam acariciando seu rosto, começaram a descer pelo seu peito, devagar, apreciando cada detalhe do corpo dele, eu podia sentir sua respiração ficar mais pesada, mais rápida, enquanto meus dedos deslizavam para baixo, ele estava completamente vulnerável, mas claramente entregue, quando a minha mão encontrou o volume rígido, senti a pulsação forte do seu pau, já completamente ereto novamente, ele soltou um suspiro rouco e eu não disse nada e nem precisava, o meu corpo sabia exatamente o que queria, com delicadeza, pegava o seu pau que estava firme e pulsante, e então, sem desviar o olhar dos seus olhos, abaixei-me sobre ele, que me observava, os olhos arregalados, mas também em uma espécie de admiração silenciosa, eu me inclinei lentamente, sentindo o calor que emanava do seu corpo, até que meus lábios roçaram a ponta de seu pau, a sua reação foi imediata, um gemido baixo escapando de sua garganta enquanto ele afundava os dedos no lençol, o corpo todo se enrijecendo, sem pressa, comecei a explorá-lo com a boca, sentindo sua pele quente e pulsante, as minhas mãos firmes seguravam a base enquanto minha língua deslizava ao redor, saboreando cada centímetro dele, eu estava completamente imersa naquele momento, entregando-me ao prazer de proporcionar a ele algo visceral, ele gemia baixinho, sua respiração irregular, enquanto eu aumentava a pressão, alternando entre movimentos mais profundos e toques suaves com a língua, provocando-o a cada segundo, ele segurou meu cabelo com delicadeza, sem forçar, apenas como se quisesse sentir minha presença ali, em total controle.

O prazer em seus gemidos me incentivava a continuar, e eu intensifiquei o ritmo, sentindo seu corpo responder a cada movimento meu e o meu próprio desejo crescia com cada suspiro que ele soltava, cada tremor que percorria seu corpo, eu o queria completamente entregue, e sabia que ele estava a poucos segundos disso, ele arqueou o corpo, sua cabeça inclinada para trás, o prazer claramente dominando-o por completo e as minhas mãos o seguravam com firmeza, e minha boca o envolvia, profunda e ritmada, eu sentia o controle e o poder daquele momento, sabendo que estávamos em sintonia perfeita, quando Fred finalmente chegou ao limite, seus gemidos se tornaram mais intensos, o corpo todo tremendo sob meu toque, eu continuei, sem parar, até que ele gozou tudo na minha boca, sua respiração completamente descompassada, eu o mantive ali, suavemente, até que ele relaxou, exausto e satisfeito, então, me afastei devagar, subindo de volta para seu lado. O silêncio que se seguiu foi cheio de satisfação, e ele me olhou com olhos brilhando, como se não acreditasse no que acabara de acontecer, sem palavras, ele me puxou para um abraço, e ficamos ali, envoltos na cumplicidade que havíamos criado, sem necessidade de explicações.

Quero agradecer a leitura, espero que este conto tenha proporcionado tesão e que tenha deixado com vontade de retornar a ler mais contos escritos por eu. Beijos e abraços, até a próxima.